segunda-feira, novembro 16, 2009

O Amigo Renato Marques diz...

...Conheci o Miguel apenas e só através do seu trabalho. A sua dedicação e vontade fizeram-no ser GRANDE em pouco tempo. Com ele aprendi (e ainda aprendo) muito e se hoje temos um grande número de aficcionados da sua dupla PAIXÃO devemo-lo em grande parte a ELE. É habitual dizermos bem das pessoas quando elas morrem e mesmo aqueles que em vida eram "diabos" passam rapidamente a "santos". Esse não é DECIDIDAMENTE o caso do Miguel e apesar de compreender a enorme perca e o sofrimento que os familiares e amigos sentiram e sentem pelo seu falecimento eu gostaria de ser um pouco FRIO de pensamento e, no meio da TRAGÉDIA que foi, chegar a uma conclusão em jeito de duas perguntas muito simples: - Quantos de nós morrem a fazer aquilo que REALMENTE GOSTAM NA VIDA? - Quantos de nós, se pudessem escolher o destino, gostariam de morrer a fazer aquilo que mais lhe dá prazer na vida? A verdade, é que foi isso que aconteceu, no meio de toda a angústia e tragédia, no meio de um sentimento de TODOS NÓS de injustiça para com ele, para com a familia, os filhos e tudo mais... a verdade é essa, o Miguel foi para o outro mundo a fazer aquilo que mais gostava e no meio de toda a perca essa é uma coisa que ele conseguiu levar com ele. Aos amigos e familiares aquele ABRAÇO de força e de esperança e aquela convicção de que ELE está SEMPRE ao nosso lado, em cada mota que passa, em cada click que tentamos fazer, é a mão dele que nos guia... porque há pessoas que só MORREM se nós QUISERMOS... Obrigado, Renato Marques

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